Webinário Respirar

Começa no dia 11 de setembro o primeiro encontro do webinário Respirar. Além da exibição dos episódios, cada encontro do webinário traz a fala de diferentes profissionais a partir de suas impressões com os episódios do Respirar. O objetivo é realizar um processo de mediação a partir do episódio, um bate-papo mais aberto, sem a fixidez de um tema específico. O vídeo/episódio será o ativador da conversa. Nos interessa acessar o repertório de cada convidado, o qual será desencadeado pelo episódio; ou seja, as diferentes abordagens comporão falas diversas no webinário.

Lançamos aos convidados a provocação: quais desejos de fala são despertados em você a partir de um vídeo que constrói uma relação com a escultura?

1º webinário acontece dia 11 de setembro às 10h. A partir do episódio Cortes, a montadora de cinema Luiza Fagá e a curadora Galciani Neves, dialogam sobre diferentes cortes – o corte como gesto artístico de Amilcar de Castro e o corte da montagem no cinema.

Luiza Fagá
Trabalha como documentarista desde 2008, quando dirigiu Engarrafados, projeto produzido pela Laboratório Cisco e financiado pelo DOCTV-SP. Se especializou em montagem, tendo integrado a equipe de audiovisual do Instituto Itaú Cultural. Foi montadora do documentário Limiar (2020), dirigido por Coraci Ruiz.

Galciani Neves
É professora (FAAP e Universidade Federal do Ceará) e curadora do MuBE. Tem mestrado e doutorado em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP. É autora do livro “Exercícios críticos: gestos e procedimentos de invenção” (Educ – SP e Fapesp, 2016). Coordena a Escola Entrópica (Instituto Tomie Ohtake).

2º webinário acontece dia 02 de outubro às 10h. A partir do episódio Resistência, com performance e direção de Gabrelú, a historiadora e cineasta Lilian Solá Santiago e o artista visual Helô Sanvoy, integrante do Grupo EmpreZa, dialogam sobre audiovisual, resistência física e política. A conversa conta com mediação de Juan Gonçalves, artista-educador, mediador e produtor cultural, bacharel em Artes Plásticas (Ufes, 2018).

Lilian Solá Santiago
Documentarista, pesquisadora e professora. Com Família Alcântara, em co-direção com seu irmão Daniel Santiago, foi a primeira mulher negra a lançar um filme em circuito comercial no período da Retomada. É historiadora, Mestre em Integração da América Latina e Doutoranda em Meios e Processos Audiovisuais na ECA-USP. Coordenadora do Curso de Cinema do CEUNSP – Salto/ SP e conselheira do Forcine – Fórum Brasileiro de Ensino em Cinema e Audiovisual. É mãe da Dandara.

Helô Sanvoy
Natural de Goiânia (1985). Vive atualmente em São Paulo. É mestrando pela ECA/USP e licenciado pela FAV/UFG. É membro do coletivo de performance Grupo EmpreZa desde 2011. Realizou exposições individuais no MAC/GO (2014), na CAL/UnB (2014). Participou de exposições coletivas como: Bienal 12 – Feminino(S) Visualidades, Ações e Afetos (Bienal do Mercosul); “ZONA DE PERIGO”, (2016) e “POROROCA: A Amazônia no MAR”, no MAR-RJ (2014). Possui obras em acervos como: Museu de Arte do Rio Grande do Sul (MARGS); Museu de Arte do Rio (MAR): Museu de Arte Contemporânea de Goiás (MAC-GO).

Juan Gonçalves é omedianero
Artista-educador, mediador e produtor cultural, bacharel em Artes Plásticas (Ufes, 2018). Desenvolve projetos pedagógicos e experiências artísticas em museus, centros culturais e espaços-tempo virtuais, com ênfase nos processos educativos em arte, mediação cultural e formação de trabalhadores. Tem investigado as condições e relações de trabalho na contemporaneidade, em contextos antidemocráticos e neoliberais de precarização da vida, exploração de mão-de-obra e supressão das leis de proteção dos trabalhadores e das organizações de classe. Atualmente, é educador-supervisor da Equipe de Mediação da Fábrica de Arte Marcos Amaro (FAMA Museu). omedianero.cargo.site

3º webinário acontece dia 30 de outubro às 10h. A partir do episódio Diafragma, com mediação da pesquisadora Anita Lucchesi, neste último webinário a artista Laila Padovan e o historiador Paulo César Gomes conversam sobre arte, política e mediação. O episódio Diafragma faz uma mediação da escultura “AR” (1967 – 2003) do artista Rubens Gerchman (1942 – 2008) a partir da dança e da poesia. Com a coreografia do bailarino Rodrigo Nascimento e o poema composto e interpretado por Jessi, artista multimídia e produtora cultural, Diafragma traz o contexto político brasileiro em momento de isolamento social imposto pela pandemia.

Laila Padovan
Doutoranda em Artes da Cena na UNICAMP e Mestre em Psicologia na USP. Artista da dança, investiga as relações entre corpo e paisagem a partir de criações em dança contextuais, intervenções urbanas e trabalhos site-specific. Dentre suas criações, destacam-se “Desplazarse”, realizado na Espanha, e o projeto “Corpo e Paisagem”, realizado no CCSP (Centro Cultural São Paulo). É fundadora-integrante da Cia. Damas em Trânsito e os Bucaneiros, com a qual recebeu diversos apoios e prêmios.

Paulo César Gomes
Historiador, pós-doutorando do PPG em História da Universidade Federal de Fluminense (UFF). É bacharel em História pela UFRJ (2007), mestre em História Social pelo Programa de Pós-graduação em História Social da UFRJ (2010) e doutor pela mesma instituição, com período de doutorado-sanduíche no Institut des Hautes Etudes de l’Amérique latine (IHEAL/ Université Paris 3 – Sorbonne Nouvelle) (2017). Sua dissertação de mestrado foi publicada em 2014 pela editora Record. Sua tese de doutorado foi publicada em 2019 pela mesma editora. Em 2018, atuou como professor substituto de História do Brasil no Instituto de História da Universidade Federal Fluminense. coordena o Grupo de Estudos História da Ditadura (GEHD). Exerceu a função de analista de pesquisa na Comissão Nacional da Verdade (2014). Em 2019, o Instituto Tomie Ohtake publicou o catálogo da exposição AI-5 50 Anos: Ainda Não Terminou de Acabar, referente ao período da ditadura militar brasileira, com textos de Gomes e outros onze autores.

Anita Lucchesi
Doutora em História pela Universidade do Luxemburgo (UNILU, 2020), com foco em história pública digital. É Mestra em História Comparada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (PPGHC/UFRJ, 2014), onde também concluiu Bacharelado e Licenciatura em História (2011). Lucchesi integra o Grupo de Estudos do Tempo Presente, da Universidade Federal de Sergipe (GET/UFS). Entre outras afiliações, faz parte da Rede Brasileira de História Pública e é também membro do comitê diretor da Federação Internacional de História Pública. Atualmente é coordenadora da área de Pesquisa e Referência da FAMA Museu, em Itu, São Paulo.

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