Ao longo de mais de 20 anos, o artista norte-americano vem documentando a floresta Amazônica e seus destinos por meio da arte.
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Fábrica de Arte Marcos Amaro
Ao longo de mais de 20 anos, o artista norte-americano vem documentando a floresta Amazônica e seus destinos por meio da arte.
Renato Gosling se apropria de um trabalho paralelo e sinérgico ao mundo contemporâneo através de micro-narrativas e gatilhos para os espectadores terem suas sensações e experimentações.
Black Linhares se destaca no panorama artístico como uma voz vibrante, unindo poesia e arte visual em uma trajetória de fortes emoções.
Cores do Interior é uma exposição individual da artista Renata Egreja, com curadoria de Paula Borghi.
Embora Alexandre Ignácio Alves não trate de temas religiosos em sua nova série de pinturas, o artista parece nos convidar a testemunhar reencontros.
O Mural Os beijos foi inaugurado recentemente em nosso Centro Cultural Fábrica São Pedro
Múltiplas Infâncias – Catraca, de 2022, deriva de lembranças do artista Rommulo Vieira, de como ele brincava com as catracas que encontrava em estações de trem, no seu deslocamento por Salvador quando era criança.
As pinturas de André Albuquerque, mais conhecido como Kandro, atravessam a história da arte e da filosofia, criam uma linguagem inusual e revigorante.
A exposição reúne duas obras de Nuno Ramos: a instalação “Choro Negro” (2014) e “Munch” (2011), uma série de desenhos feitos por ocasião da morte de sua mãe.
A exposição reúne obras do acervo Marcos Amaro, de artistas como Cildo Meireles, Nelson Leirner, Adriana Varejão, Henrique Oliveira, Luiz Zerbini, Leda Catunda entre outros.
Com curadoria de Marcos Amaro, a exposição O Homem e a Natureza, traz pela primeira vez ao público, o trabalho de mais de 45 anos do artista João Alvino, também conhecido como Mestre Alvino.
A exposição trata-se de uma breve retrospectiva do artista sorocabano Pedro Lopes, da qual traz pela primeira vez ao público, quase seis décadas de sua produção.
O projeto ANGÁ [em tupi significa Alma] é um projeto de exposição individual do artista indígena Andrey Guaianá Zignnatto.
Diálogos Possíveis é uma mostra reúne obras de Rubens Espírito Santo, Anna Israel, Eduardo Berliner, Julio Bittencourt, Bruno Passos, Daniel Lannes e José Rufino.
As imagens, como um conjunto, passeiam por paisagens que propõem lugares de encontro entre o meio ambiente e as cidades no Brasil e mundo afora.
Em 2016, incentivado pelo artista Gilberto Salvador (1946), fui à cidade de Itu para conhecer a obra de Marcos Amaro (1984).
Em 16 de novembro de 1953, numa festa em na casa de Oscar Pedroso d’Horta, foi oferecido a Ciccillo Matarazzo (Francisco Matarazzo Sobrinho) um presente muito especial.
No momento atípico de pandemia, nossas vivências se fecharam. Para os artistas, seus ateliês tornaram-se refúgios, transformando-se em mais do que locais de trabalho, tornaram-se locais de respiro.
Com curadoria de Odécio Visintin Rossafa Garcia, são apresentadas cerca de 60 obras, divididas em 8 seções.
Com curadoria de Aracy Amaral e Regina Teixeira de Barros, exposição reúne 203 obras que estavam guardadas por mais de quatro décadas da vista do público
O projeto “Aquilo que sempre se chamou de arte” tem como objetivo desenvolver um acervo de imagens sobre ideias de arte a partir do acervo Fábrica de Arte Marcos Amaro e do diálogo com o público
Por todo o mundo casos de racismo são recorrentes e aparecem nos noticiários de jornais. No Brasil diariamente há casos de famosos ou não sofrendo essa violência que maltrata e mata pessoas pretas 24 horas por dia.
Na Sala Tunga, da FAMA Museu, podemos sentir a energia invisível do trabalho “Vers la Voie Humide 2” (2013) – do francês, algo como “em busca do caminho molhado”.
Acervo em Exposição está em cartaz no FAMA Museu, dentro da Sala Almeida Júnior, exibe o acervo permanente do museu apresentando o olhar afetivo do colecionador e suas afinidades eletivas.
As relações entre desenho e pintura têm, na chave da complementação, sua fala mais usual. Em consequência, traz o par projeto-obra e marca a distância entre os degraus do pensar, e do fazer.
Diferente do primeiro local em que a obra foi exposta, na FAMA Museu ela se encontra em um espaço mais fechado, quase claustrofóbico entre as antigas construções – ainda em processo de reformas.
Marcelo Moscheta é um construtor de paisagens. Como artista é um polinizador do mundo. A arte tem que permitir a contemplação, senão não é arte.
Filha de uma tapeceira e restauradora, a artista francesa Louise Bourgeois cresceu com agulha e linhas nas mãos, vendo sua mãe costurar e refazer tecidos velhos.
Lutas e condecorações, trabalho central da exposição, é um casaco minuciosamente bordado que mistura uma série de medalhas de honrarias com inscritos que questionam as leis dos próprios homens, em um caráter íntimo e individual.
Filha de uma tapeceira e restauradora, a artista francesa Louise Bourgeois cresceu com agulha e linhas nas mãos, vendo sua mãe costurar e refazer tecidos velhos.
A imensidão do oceano sempre instigou os artistas e é o que vemos na série de quatro gravuras de Gilberto Salvador, artista que velejou pelo alto-mar em um barco catamarã.
Visitar esse acervo em construção nos permite acessar a linguagem que se propõe a coleção; nos dá a chance de participar das direções modernas e contemporâneas que ela tem tecido ao longo de sua jovem trajetória – e também os caminhos que pretende trilhar.
Para Henri Matisse (1869-1954) nunca foi fácil pintar. Em seu processo criativo, ele refazia inúmeras vezes suas telas na tentativa de chegar àquela que ele chamava de “pintura real”.
Em Bispo do Rosário: as coisas do mundo, a seleção de trabalhos de Bispo observou o gesto de serializar, organizar e multiplicar como prática artística, tal qual se via na indústria têxtil, quando os operários é que “produziam” as coisas que seriam usadas no cotidiano.
Na teoria dos multiversos, o cientista britânico Stephen Hawking defende a existência de um conjunto de universos possíveis, que transcorrem paralelamente, incluindo este em que vivemos.
Artista chilena radicada no Brasil, Pola Fernandez realizou uma residência artística no Museu Bispo do Rosário Arte Contemporânea, do Rio de Janeiro, depois de ter sido selecionada pelo Edital da Fábrica de Arte Marcos Amaro, do qual é o sexto e último nome contemplado.
“Nada há de insignificante”, disse o filósofo francês Gaston Bachelard. Metal, tecido, vidro, papel, madeira; objetos triviais encontrados pelo mundo e, muitas vezes, descartados pelo homem são ressignificados pela artista Iza Figueiredo e dilatados nos seus sentidos, agora expostos na Fábrica de Artes Marcos Amaro.
Ao rever cada um, chamaram a atenção obras que, no passado, pareciam resultado de pura exceção, mas, hoje, fazem parte de uma mesma ordem geral de composição. Sendo assim, percebi que seria possível reconfigurar as afinidades que já existiam.
Exposição Aproximações apresenta ao público breve introdução à arte brasileira do século XX, abarcando produções de antes do modernismo até as décadas de 1930 e 1940
Com curadoria de Ricardo Resende, a mostra aponta para a singularidade da Coleção Marcos Amaro e Ksenia Kogan Amaro: a predileção do casal de colecionadores por esculturas e instalações de grande porte, que ocupam espaços amplos.